terça-feira, 16 de outubro de 2012

Décor e Moda na Casa Cor Rio de Janeiro.

A moda que está na moda na Casa Cor Rio seja na concepção do espaço (utilizando tendências de cores e texturas do mundo fashion), seja nos personagens escolhidos pelos arquitetos para inspirar seus projetos ou em homenagens a ícones da moda. 

Como Coco Chanel e sua coleção de diamantes lançada há 80 anos, inspiração para o trio Mariana Dornelles, Fillipi Sartori e Luciana Arnaud na Joalheria.


Paula Neder também reverencia Mademoiselle no Lounge, onde usou e abusou dos off whites e de uma paleta de cinzas quentes que lembram diversos tons de pérolas comuns nas coleções da maison.


O fúcsia, cor preferida da estilista italiana Elsa Schiaparelli, está no Lobby/Recepção de Pedro Paranaguá.


A coleção Primavera-Verão da Gucci dá o tom da Loja da Casa, assinada por Juliana Vasconcellos e Carlos Maia: os azuis e gelos presentes nas estampas da grife estão no tapete que cobre todo o espaço criado pela dupla. 


Os tons pastéis, apontados nas passarelas como a grande tendência para 2013, pontua a Lavanderia de Cláudia Pimenta e Patrícia Franco. Não é só: ali o clima fashion percorre o papel de parede (com estampa de zíper), os pendentes com tramas e texturas de diferentes tecidos e até a tábua de passar que foi “vestida” com roupa de festa. 


Já Guilherme Osborne usa tecidos Ralph Lauren em colchas e cortinas na Suíte do Hóspede (que, aliás, é habitada por um casal de estilistas). 


Gabriela Eloy e Carolina Travaglini estão, inclusive, lançando no seu Estúdio da Estilista uma nova marca no Rio, a Dashie, com suas bolsas descoladas e sofisticadas.


Os bancos Mochos, do mesmo designer, ganharam status de luminária e pendem do teto, no Studio do Designer de Dani Parreira e Flávia Santoro, Ali, uma estante, afastada da parede e, iluminada por fitas de Led, parece flutuar no ar.


Mas nada dá mais a sensação de estar “voando” no espaço do que as luminárias da Livraria, da dupla Monica Camargo e Sandra Babini.

Com pé direito de cinco metros, o teto da sala foi forrado com papel num azul marinho profundo. Presas lá no alto, as lâmpadas parecem estrelas. A ideia das autoras é mesmo dar “asas à imaginação” do público, a mesma sensação que uma boa leitura propicia.


E então...gostaram?

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