domingo, 28 de julho de 2013

Hidro: benefícios

Engana-se quem pensa que fazer hidroginástica é só para a terceira idade. A atividade pode ser uma ótima alternativa para queimar calorias, além de ser um exercício divertido.  Ela geralmente é praticada em grupo, com música agitada e, na maioria das vezes, um instrutor lidera a aula para não lhe deixar parada um só instante!

Em geral, os exercícios aquáticos são agradáveis, seguros, estimulantes e eficazes. Descubra os benefícios que a hidro pode lhe oferecer e dicas para aproveitar ao máximo essa atividade.

- A hidroginástica melhora a capacidade aeróbica e cardiorespiratória, desenvolvendo a resistência física e aumentando a força muscular, a flexibilidade e a circulação sanguínea. Isso garante uma sensação de bem-estar generalizada.

- Uma hora de hidroginástica faz você dar bye bye a mais ou menos 400 Calorias. Após três meses já é possível ver o resultado! Claro, aliando o treino a uma alimentação balanceada, sempre.

- Os exercícios praticados na hidro estimulam e melhoram os níveis de força e o desenvolvimento dos principais grupos musculares: glúteos, braços, pernas, abdômen e costas.

- Ao contrário dos exercícios realizados no solo, a prática da hidroginástica não é acompanhada por dores, transpiração e sensação de exaustão.

- A hidro também é eficiente para combater o estresse. A massagem proporcionada pela água, por meio da pressão e da resistência, e os alongamentos, geralmente praticados no final de cada aula, relaxam o corpo e os músculos.

- Como a atividade é praticada com água no nível do ombro, o peso do corpo diminui 90%. Isso praticamente elimina os impactos musculares e articulares, podendo ser praticada por gestantes, pessoas com alguma deficiência e por quem está se recuperando de alguma lesão. Mas é importante que você consulte sempre um médico antes de iniciar o treino.

- Por propiciar uma grande interação entre as pessoas durante a aula, as mais tímidas podem se favorecer, se soltar mais e até eliminar a inibição.

 Vale comer uma barra de cereais antes ou depois do treino. Elas são práticas não pesam no estômago. Além disso, são ricas em carboidratos, por isso mantêm um bom nível deenergia durante as aulas. É comum também sentir fome ao sair da piscina. Então, podeinvestir na barrinha sem medo.
- Mantenha a respiração de forma contínua durante as aulas. Não a bloqueie
- Procure fazer pelo menos três aulas de 45 a 50 minutos por semana para terr resultados mais efetivos
- Vale levar uma garrafinha de água e deixá-la na beira da piscina. A ingestão de líquidos é fundamental.


Atividade física
exercício aeróbico auxilia saúde até mesmo nas cefaleias“Melhora a capacidadecardiorrespiratória, favorecendo o fluxo sanguíneo cerebral oxigenação”, descreve a fisioterapeuta Camila Montandon especialista em Terapias Integrativas (SP). Além disso, eles ajudam a liberarendorfina serotonina, que têm função analgésica. Mas muitas vezes a atividade pode desencadear a crise ou piorá- la , é preciso escolher o melhor tipo, que pode incluir natação,bicicletadança,hidroginástica, entre outras.

Ioga
Algumas posturas dessa técnica milenar podem auxiliar no controle das dores, ao relaxar corpo etrabalhar a musculatura da nuca e do peito. Mas tudo depende do que está originando o problema. “Se ela for provocada por problemas na coluna cervical, vários exercícios poderão ajudar, mas outros podem piorá-la. Trabalhe em conjunto com o médico”, alerta Marcos Rojo Rodriguesprofessor de ioga da Universidade de São Paulo (USP).
Acupuntura
aplicação das agulhas em pontos de energia do corpo é usada para combater dores crônicas de modo geral, pois tem efeito analgésico. Um levantamento feito em 2005 aqui no Brasil mostrou que ela realmente ajuda em casos de enxaqueca cefaleia tensional. “Os tratamentos incluem a aplicação em pontos de acupuntura (locais ou distantes do sítio da dor) ou em nódulos que causam dores musculares”, descreve Liaw W. Chaomédico da Liga de Acupuntura dos Alunos da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A enxaqueca, na realidade, não é apenas um tipo de cefaléia, mas uma síndrome neurológica conhecida desde os primórdios da humanidade, afetando grande parte da população mundial. Caracteriza-se pela presença de dores de cabeça recorrentes, unilaterais ou bilaterais, geralmente de caráter pulsátil, com intensidade de moderada a intensa, precedidas ou não por sinais neurológicos focais denominados de aura. Usualmente é acompanhada de náuseas, vômitos, fonofobia e fotofobia.
As crises podem durar de 4 a 72 horas. Alguns sintomas premonitórios podem aparecer horas ou dias antes da cefaléia, incluindo falta de apetite, hiper-atividade, depressão nervosa, irritabilidade, bocejos repetidos, dificuldades de memória, desejos por alimentos específicos, como chocolate e sonolência.
A dor de cabeça enxaquecosa também pode ser observada nas crianças, nas quais pode se manifestar associada a dores abdominais recorrentes, vômitos cíclicos, tonturas e dores nas pernas.
Como se desenvolve ou adquire?
Apesar de ser de natureza incerta, acredita-se que a causa da enxaqueca seja multifatorial, apresentando caráter hereditário bem definido. Estudos demonstram que pacientes com enxaqueca apresentam um desequilíbrio de neurotransmissores no Sistema Trigemino-Vascular,que é responsável pelos fenômenos dolorosos relacionados à face e ao crânio.
As crises de enxaqueca podem ser desencadeadas por inúmeros fatores como estresse físico e emocional, determinados alimentos (álcool, queijos, vinho tinto e embutidos , entre outros), privação ou excesso de sono e alterações hormonais súbitas, como a menstruação nas mulheres. Todavia, os fatores desencadeantes tem que ser individualizados para cada paciente.
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico da enxaqueca é clínico, com história detalhada, exame físico e neurológico completo. Eventualmente, pode ser necessário a realização de exames complementares (ressonância magnética de crânio, eletroencefalograma...) quando, por exemplo, a dor de cabeça iniciar após os 50 anos, ou quando haver alteração no exame neurológico, história de câncer, doenças infecciosas, história de HIV, ou quando iniciar subitamente, com forte intensidade, não aliviando com analgésicos.
Para que o indivíduo tenha o diagnóstico de enxaqueca, é preciso que ocorram pelo menos 5 crises de dor de cabeça de moderada ou forte intensidade, de localização unilateral e caráter pulsátil, durando de 4 a 72 h, acompanhadas de náuseas e ou vômitos, sensibilidade à luz e ao barulho, além dela ser exacerbada pela atividade física.
Como se previne?
Primeiramente, o indivíduo tem que tentar estabelecer quais os fatores desencadeantes para suas crises de dor de cabeça e assim evitá-los, na medida do possível. Quando necessário pode-se fazer tratamento preventivo medicamentoso das crises.


Leia Mais: ENXAQUECA - ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?181#ixzz2aMEc1Pey 
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