quinta-feira, 4 de julho de 2013

Selo Verde na Construção.

Hoje muitos materiais de construção e bens de consumo já possuem esse selo. É uma maneira das pessoas consumirem produtos de uma forma mais consciente. Produtores e produtos estão, cada vez mais, sendo julgados e escolhidos não apenas pela qualidade, durabilidade, performance, preço e assistência técnica, mas também, por critérios éticos, ecológicos e de justiça. 

Organizações de consumo no mundo todo, estão cada vez mais, armando a nós  consumidores, com a informação necessária para auxiliá-los nesse julgamento de consumo.
Na internet existem muitos sites sobre ecologia, preservação e construções ecologicamente corretas. 

Desde o aquecimento solar, que já é bastante difundido por aqui , até o reaproveitamento das águas pluvial e cinzas, sacos biodegradáveis, fotodegradáveis, hidrosoluveis, ou oxibiodegradáveis.
O melhor é que o custo de produção é o mesmo que do nosso velho saquinho com a diferença de que o saco de plástico comum pode demorar até 400 anos para se degradar! Mas felizmente, no Brasil já existem empresas com consciência ecológica e que já adotaram os sacos biodegradáveis há tempos.
                                                                                                   
A construção civil, levando em conta todo o processo de industrialização dos materiais usados por ela, é o segmento que mais consome matérias primas e recursos naturais no planeta; e é o 3ª maior responsável pela emissão de gases causadores do efeito estufa. Pensando nisso acho que deveríamos usar os  materiais ecologicamente corretos...aí você pergunta: - Como?

Bom para começo de conversa o primeiro passo é na hora da escolha do terreno e do arquiteto. Se você tem uma bonita vegetação local deve tentar preservá-la, pensando em projetos com movimento.


Acima o projeto de André Krebs, Cláudio Pedalino e Suzi Barreto para a Casa Cor Rio Grande do Sul, um espaço externo atraente de convivência, com itens de decoração sustentáveis e reciclados. Garrafas pet montam um paredão verde, enquanto móveis e deque são de madeira certificada.





Acima, casa projetada pelo arquiteto português Frederico Valsassina, um projeto com grande área verde.
Leve em consideração  uma casa em formato de “L” ou “U” caso tenha uma linda árvore no centro do terreno, ao invés de uma casa quadrada... Esse tipo de aproveitamento pode também ajudar no referente ao conforto acústico, térmico e lumínico da sua futura casa.

Ainda na fase da obra, você pode optar por telhas ou tintas ecológicas, eco adesivos para madeira composta, cerâmica reciclada, e também o assoalho!  

As eco-tintas, aquelas que na secagem não emitem gazes nocivos à natureza,  existem com texturas para todos os gostos. Há também impermeabilizantes ecológicos com excelente qualidade.  O aproveitamento de recursos naturais do seu terreno já é um ótimo começo.                                                                                                                                                               
E a poluição luminosa?...Já ouviu falar? Pois é, você já notou como em cidades grandes não vemos mais a estrelas? 

E onde está o uso racional da luz? Então para que não sejamos mais um a contribuir para esse tipo de poluição, vamos pensar em como iluminar e consumir sem excesso. E para saber: as lâmpadas fluorecentes devem ser descartadas corretamente em postos de recolhimento, pois ao quebrarem soltam no solo e atmosfera vários gases nocivos.



Esta casa na Nova Inglaterra foi projetada pela sua proprietária, a designer de interiores Lisa Kauffman Tharp em parceria com a arquiteta Stephanie Horowitz, da Zero Energy Design e teve como premissa uma casa com excelência na luz natural e qualidade do ar, na economia de materiais de construção e de energia elétrica.

Pensamento ecológico não é moda nem tendência, é a única maneira que a gente tem para preservar nossa casa, a Terra!

Liza Lazzarini.

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