domingo, 18 de novembro de 2018

Deborah Roig assina casa de campo integrada à natureza.

Com soluções inteligentes para melhor aproveitamento do lote, a residência aposta na sustentabilidade e na autossuficiência

Ter uma casa na divisa de um campo de golfe, em um condomínio de luxo no interior de São Paulo, era o sonho de um golfista e sua família, tornado em realidade neste projeto da arquiteta Deborah Roig. Porém, antes de definir o desenho da residência, ela precisou pensar nas soluções para o lote, o último disponível nas redondezas. Em formato triangular e com a entrada estreita, o terreno possui insolação inadequada. Além disso, a vizinhança já estava completa, com casas cujas dimensões cobriam a vista à frente.


A primeira proposta de Deborah foi posicionar a residência ao fundo do lote, na parte mais larga, integrando-o ao campo de golfe, que, por sua vez, passou a funcionar também como "jardim". "Houve pouca movimentação de terra. Em resposta aos impactos não sustentáveis, optamos por construir a casa na parte mais plana e alta do terreno". Além disso, como a área de trás do lote é elevada, é possível avistar a paisagem em todos os ambientes da residência.


A primeira proposta de Deborah foi posicionar a residência ao fundo do lote, na parte mais larga, integrando-o ao campo de golfe, que, por sua vez, passou a funcionar também como "jardim". "Houve pouca movimentação de terra. Em resposta aos impactos não sustentáveis, optamos por construir a casa na parte mais plana e alta do terreno". Além disso, como a área de trás do lote é elevada, é possível avistar a paisagem em todos os ambientes da residência.


Com materiais típicos do estilo industrial, como cimento queimado e aço corten, e fachada de pedra em plena harmonia com o projeto, a casa foi construída em curto prazo (10 meses) e teve mínima geração de entulho. Medidas como aquecimento solar e reaproveitamento de água da chuva tornam a residência ecológica e autossuficiente.


Por meio das esquadrias abertas, que integram o exterior à parte interna, a iluminação natural é beneficiada pelas grandes aberturas, culminando com a claraboia, instalada acima do espelho d'água. "Sem delimitações, o living e a varanda são um espaço aberto para o lazer por meio de um vão livre de quase 30 metros, favorecendo o convívio nesses locais e na cozinha gourmet", destaca a arquiteta. Na piscina, a sustentabilidade aparece nas pastilhas de vidro e no deck de plástico que imita madeira, ambos feitos de material reciclado.

Autoria: Deborah Roig
www.deborahroig.com.br
@deborahroig8

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada pelo comentário. Bjs.