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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Jardim Tropical exibe variedade de espécies e atmosfera relax, com projeto de Luciano Zanardo.

A piscina, grande estrela do espaço, está rodeada de árvores como a Ravenala de Madagascar, as Alpínias, a Pitangueira e Jabuticabeira. (Fotos Alan Teixeira)

Um jardim harmonioso tem o poder de transformar a residência num espaço de relaxamento e contemplação. Esse foi o desejo dos moradores de um condomínio fechado em Cotia, um casal de empresários com três filhos pequenos, que buscava o conceito de viver bem, mesmo com a rotina corrida. Afinal, a cidade faz parte da região metropolitana de São Paulo. Especialmente para atender esse pedido, o paisagista Luciano Zanardo, do escritório Zanardo Paisagismo, planejou cuidadosamente um jardim tropical de estilo contemporâneo. Seu objetivo foi criar áreas de destaque, por meio de diferentes tipos de plantas, criando, assim, um contraste entre as paredes com cores mais neutras.


Fachada da residência com espécies como Agave Americana e Guaimbé.

A exuberância do jardim já começa a ser percebida logo na entrada da casa. No canteiro é possível ver algumas unidades de Agaves Americanas, com grandes folhas azuladas, que estão localizadas entre duas esferas de concreto. Outra planta que pode ser apreciada é o Guaimbé, que aparece ao lado da escada. No hall de entrada, há a presença do Capim do Texas Verde, que recebe os visitantes, além de um pergolado, que está coberto com a espécie conhecida popularmente como sapatinho de judia, que proporciona um lindo efeito visual.

Da esq. para a dir. Trio de Ravenalas de Madagascar garante a privacidade; Bromélias e Estrelítzias embelezam o visual próximo à piscina.

No jardim foram utilizadas várias plantas tropicais. Entre os destaques está o trio de Ravenalas de Madagascar, conhecida como a “Arvore do Viajante, que têm em média 3 metros de altura e folhas abertas em formato de leque. Além de valorizar o projeto, também garante privacidade à família, impedindo que os vizinhos possam visualizar a piscina.  O projeto paisagístico de Zanardo inclui também um canteiro com bromélias, além da ornamental Estrelítzia Branca. Uma alternativa interessante contribuiu para dar vida ao imenso muro da casa. A partir do plantio de grande quantidade da espécie Alpínia Variegata, criou-se uma fileira verde repleta de encanto.

Da esq. para a dir. Muro do jardim coberto de Alpínias; Espaço Gourmet com Bálsamo (vasos no chão) e Bromélias (em cima da mesa).

Por fim, uma charmosa área gourmet verde é responsável por eventos entre jardim e piscina, para que os moradores possam receber amigos e familiares, para refeições ou confraternizações. Assim, como nos demais espaços, há uma grande presença de plantas tais como o Bálsamo e as Bromélias.

Sobre Zanardo Paisagismo: Luciano Zanardo, que comanda a Zanardo Paisagismo, atua no mercado de paisagismo corporativo e residencial, cuidando pessoalmente de cada projeto, imprimindo seu toque em todas as suas obras. A paixão pelo paisagismo surgiu quando cursou Biologia em Bauru no interior de São Paulo. Já na capital paulista, estudou na Escola Panamericana de Artes e no IBRAP (Instituto Brasileiro de Paisagismo), onde aperfeiçoou seus conhecimentos na área. Atualmente, seu escritório conta com uma equipe altamente qualificada de profissionais e também parceiros nas áreas de arquitetura e design de interiores, oferecendo estrutura necessária para garantir a qualidade de cada projeto executado.

Zanardo Paisagismo
Tel. (11) 98888-6618
www.zanardopaisagismo.com.br
@zanardopaisagismo

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Catê Poli e João Jadão ensinam como fazer uma horta em casa.

Paisagistas assinam ambiente Jardim dos Chefs, na 33ª CASACOR São Paulo com espécies comestíveis e temperos.

Saber a procedência dos alimentos é um passo essencial para uma vida mais saudável e, neste contexto, hortas caseiras se tornam cada vez mais comuns dentro de casa, especialmente para quem deseja um prato com alimentos frescos, cheio de nutrientes e livre de agrotóxicos.

Os paisagistas João Jadão e Catê Poli são adeptos da prática e, inclusive, assinam o Jardim dos Chefs, na 33ª edição da CASACOR São Paulo, ambiente que traz uma horta especial feita em homenagem aos consagrados chefs Janaína e Jefferson Rueda, sócios do Bar da Dona Onça, A Casa do Porco e Hot Pork.

Foto: Evelyn Müller

No espaço de 250 m², João e Catê apostam em um jardim funcional e sustentável, a partir de uma composição completa de folhagens e espécies tropicais, assim como uma seleção de árvores frutíferas, flores comestíveis e uma horta com temperos plantados diretamente na terra.

Com todos os benefícios para a saúde, João e Catê ainda garantem que ter uma horta em casa é uma ótima atividade para toda a família: “Plantar, cuidar, ver o crescimento do alimento até o momento em que ele está no prato é muito especial e toda a família pode participar e vivenciar este processo”, conta Catê Poli.

Vale ressaltar ainda, segundo os profissionais, que não é nada difícil ter uma horta em casa. “É claro que é preciso dedicar certo cuidado, principalmente, com o cultivo, entender o que cada espécie precisa, mas com o tempo você acaba pegando o jeito”, explica João.

Para quem deseja começar sua própria horta, com temperos, ervas e chás, e se aproveitar todos os benefícios dos alimentos feitos em casa, preparamos um guia com todas as dicas dos paisagistas. Confira:

1. Onde plantar?

A falta de quintal não é desculpa para não se ter uma horta em casa. Segundo os paisagistas, a plantação pode ser feita em qualquer cantinho, desde que tenha uma boa iluminação natural. “É imprescindível que o espaço receba a luz solar por cerca de 2 a 4 horas por dia para que a planta cresça de forma saudável”, conta Catê.

Em relação à plantação, a dupla afirma que pode ser feita diretamente na terra ou em vasinhos. Já João Jadão alerta que, na hora de plantar em vasos, eles precisam ter, no mínimo, 30 x 30 cm. “Os vasos pequenos não tem terra, nutrientes e nem umidade suficiente e, por isso, não duram muito”, explica.

2. O que plantar?

Para os iniciantes, João Jadão afirma que os legumes e hortaliças têm um difícil cultivo e que a melhor opção é começar por temperos como manjericão, alecrim, salvia, capim-limão, orégano e tomilho.

No caso do manjericão, por exemplo, é possível plantar a semente ou pegar ramos de plantas adultas, sendo ideal plantá-lo em temperaturas quentes. “A irrigação deve ser feita todos os dias para que o solo esteja sempre úmido e as folhas podem ser colhidas em cerca de dois meses”, indica Catê.

Já o alecrim, as regas são mais frequentes no início do plantio e devem ficar mais espaçadas com o passar do tempo. “Após três meses, já é possível colher, mas não retire todo o ramo para não prejudicar o crescimento dos demais”, explica a paisagista.

3. Outros cuidados

Para que o plantio e colheita sejam satisfatórios, os paisagistas ainda alertam que é preciso ter uma terra bem adubada e com boa quantidade de matéria orgânica. “Ela precisa estar solta e não pode ser argilosa ou arenosa para que as plantas nasçam bonitas e bem desenvolvidas”, explica João.

Além disso, o tempo de colher depende de cada espécie, mas não esqueça  de regar, afofar e, se preciso, usar defensivos naturais para evitar possíveis pragas. “Temos alguns feitos com fumo que caem super bem nessa missão e não agridem”, conta Catê.

Serviço: CASACOR SÃO PAULO
Jardim dos Chefs
De 28 de maio a 04 de agosto 2018
Jockey Club de São Paulo. Av. Lineu de Paula Machado, 875, São Paulo, SP
www.casacor.abril.com.br

Sobre Catê Poli: Arquiteta e urbanista de formação e paisagista desde seu primeiro estágio em 1990, Catê Poli atuou em diversos escritórios de São Paulo até se lançar em trabalho solo em 1998. No escritório Catê Poli Paisagismo, elabora projetos de paisagismo e arquitetura de exteriores – desde uma pequena varanda de apartamento até grandes fazendas e haras. Esteve presente nas edições 2007, 2008, 2011 e 2018 da CASACOR São Paulo. Catê é atualmente colunista do site da revista Casa e Jardim e do portal Paisagismo em Foco.
(11) 3774-5944 | www.catepoli.com.br
paisagismo@catepoli.com.br
@cate_poli_paisagismo

Sobre João Jadão: Paisagista especializado em arquitetura da paisagem, João Jadão criou em 1987 a empresa Planos e Plantas. Tem expertise tanto na área de projetos quanto em execução de jardins de pequenos a grandes portes. Além de trazer no currículo diversas premiações nacionais, o escritório, em 2015 e 2016, assinou projetos vencedores internacionalmente, em Portugal e Espanha. É a quarta vez que João Jadão participa da CASACOR São Paulo, e atualmente responde como vice-presidente da Associação Nacional de Paisagismo (ANP).
(11) 3263-0360 | www.planoseplantas.com.br
joaojadao@planoseplantas.com.br
@joaojadao.paisagismo

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Com diferentes tons de verde e espécies fáceis de manter, a Praça da 32ª CASACOR São Paulo leva a assinatura de Catê Poli e João Jadão.

Hoje tem mais um post contando um pouco sobre um espaço da CASACOR 2018 (Quem já foi ver?) que é uma praça daquelas que dá vontade de sentar e passar um tempo apenas contemplando a beleza ao redor. Na Praça CASACOR, a dupla de paisagistas combina tendências, como o estilo nórdico e o uso do grafite, e aposta em plantas resistentes e de baixa manutenção.

O paisagista João Jadão, vice-presidente da Associação Nacional de Paisagismo (ANP) e diretor da Planos e Plantas, retorna à CASACOR São Paulo ao lado de Catê Poli, arquiteta e paisagista formada pela Universidade de São Paulo (FAU-USP), para apresentarem a Praça CASACOR. A dupla, que atua há cerca de 30 anos no mercado, com grande bagagem no planejamento e execução de projetos, levando a proposta de um jardim funcional, fácil de manter e pensado no convívio e na interação dos visitantes. 
 

Mais do que servir de passagem para todos os prédios que integram a mostra, a praça de 320 m² é o ponto de encontro para quem deseja não só contemplar a natureza como desfrutar dos recantos preparados pelos paisagistas. A entrada acontece pela escada de quartzito, com formatos irregulares que realçam o melhor do estilo rústico, ou por uma rampa que garante total acessibilidade ao espaço. “O jardim é um local de acolhimento e vivência de pessoas”, resume João Jadão. “Queremos que o visitante tenha uma experiência agradável e marcante no nosso jardim”, continua Catê.



Na composição do jardim, a equilibrada mistura de árvores, palmeiras, folhagens, arbustos e forrações em vários tons de verde cria um visual harmônico de formas e proporções. “Fugimos do padrão dos jardins de flores”, conta João. Os paisagistas combinaram espécies resistentes ao sol forte do local e de fácil manutenção, que demandam pouca irrigação, como Moreia, Cyca, Barba de Serpente, Clúsia e Capim do Texas. “É uma proposta arrojada e contemporânea, sem deixar de ser funcional e viável. Nosso jardim pode sair da CASACOR direto para a vida real”, relata Catê. Em um projeto de paisagismo, não adianta optar por espécies inacessíveis e complicadas de manter, pois hoje as pessoas buscam beleza e praticidade. “O fundamental é entender o comportamento de cada espécie e fazer uma boa combinação entre elas”, finaliza. Seguindo com o tema Casa Viva, proposto pela mostra, a dupla apostou também no plantio de árvores nativas e frutíferas, como a Jabuticabeira e a Cerejeira.


Inspirado no estilo nórdico, forte tendência no paisagismo, o espaço contém duas casinhas de estrutura metálica que convidam à contemplação. Para imprimir um toque fashion e descolado, um grafite de um escaravelho, símbolo egípcio sagrado, foi pintado com spray e stencil pelo artista plástico Arnaldo Degasperi sobre a parede com bricks cerâmicos da Lepri. Para dar um ar de casa, Catê e João usaram cadeiras, poltronas, namoradeira e mesas de apoio de alumínio e corda náutica (Tidelli) e, para os dias frios, uma delas recebe o aconchego de uma lareira portátil (Construflama).


Entre as duas casinhas, outro destaque é o pergolado de cumaru (Taúna), que oferece mais um recanto sombreado. Seguindo a temática dos insetos, que compõem o ciclo vivo de um jardim, a parede ao fundo, revestida de bricks cerâmicos da Lepri, dessa vez recebe o grafite de uma libélula. “Esse recurso, muito solicitado em áreas internas e externas, traz vida e um toque de arte personalizado aos projetos. Fizemos uma homenagem aos insetos que polinizam e habitam o ecossistema dos jardins”, explica Catê Poli. No piso, tanto nas casinhas quanto no pergolado, a escolha ficou por conta dos ladrilhos hidráulicos geométricos desenhados por Catê Poli para a Ladrilar. À frente do pergolado, uma lareira à gás também da Construflama, aquece o espaço. Vasos vietnamitas e uma mesa de madeira pequiá da L´oeil completam a ambientação.


Atentos à concepção de uma obra rápida e sustentável, as casinhas e o pergolado foram projetados sob medida e com a praticidade de serem desmontadas ao final da mostra. Sem agredir a natureza, a construção a seco das paredes não usa concreto e evita desperdícios na obra.  O mesmo cuidado se estendeu à escolha do piso drenante (Empresas City), que permeia os caminhos da praça e permite o escoamento de água. À noite, a valorização do espaço se dá pelas luminárias de LED (Vitali), que além de baixo consumo oferecem um design diferenciado e proporcionam uma iluminação bastante agradável e acolhedora. 

Sobre Catê Poli: Arquiteta e urbanista de formação e paisagista desde seu primeiro estágio em 1990, Catê Poli atuou em diversos escritórios de São Paulo até se lançar em trabalho solo em 1998. No escritório Catê Poli Paisagismo, elabora projetos de paisagismo e arquitetura de exteriores – desde uma pequena varanda de apartamento até grandes fazendas e haras. Esteve presente nas edições 2007, 2008 e 2011 (BGourmet) da CASACOR São Paulo. Catê é atualmente colunista do site da revista Casa e Jardim e do portal Paisagismo em Foco.

(11) 3774-5944 | www.catepoli.com.br
paisagismo@catepoli.com.br
@cate_poli_paisagismo 

Sobre João Jadão: Paisagista especializado em arquitetura da paisagem, João Jadão criou em 1987 a empresa Planos e Plantas. Tem expertise tanto na área de projetos quanto em execução de jardins de pequenos a grandes portes. Além de trazer no currículo diversas premiações nacionais, o escritório, em 2015 e 2016, assinou projetos vencedores internacionalmente, em Portugal e Espanha. É a segunda vez que João Jadão participa da CASACOR São Paulo, e atualmente responde como vice-presidente da Associação Nacional de Paisagismo (ANP).

(11) 3263-0360 | www.planoseplantas.com.br
joaojadao@planoseplantas.com.br
@joaojadao.paisagismo 

Serviço:
32ª CASACOR São Paulo
Data: 22 de maio a 29 de julho de 2018
Terça a sábado, das 12h às 21h
Domingo, das 12h às 20h
Jockey Club de São Paulo. Av. Lineu de Paula Machado, 875, São Paulo

sábado, 5 de setembro de 2015

O jardim em homenagem a Frida Kahlo criado por Paula Bergamin para a Casa Cor Rio 2015.

Olá!! Vamos falar de jardim? Como já contei aqui pra vocês, na semana passada visitei a Casa Cor Rio de Janeiro, e para variar, fiquei encantada com a Mostra, que acontece no bairro da Glória, região central da cidade. O passeio pela Casa Cor Rio é maravilhoso e eu recomendo a quem adora decoração, e ainda ama o jeito carioca, já que seus ambientes seguem este estilo, com um ar despojado, cores, sem perder a elegância e sofisticação.

Hoje o post fala de um jardim lindo, criado pela paisagista Paula Bergamin em homenagem a Frida Kahlo uma das mais importantes pintoras do séc. 20, mulher icônica, apaixonada, sofrida e multo talentosa. Um de seus talentos era a jardinagem, juntamente com Diego de Rivera ela criou um lindo jardim em sua casa de Coyoacán – Cidade do México, a chamada Casa Azul e que foi seu refúgio e fonte de inspiração para inúmeras de suas obras.


O jardim que a paisagista projetou para esse Casa Cor Rio 2015 não é uma cópia do original. Foram escolhidas algumas referências que, através de uma releitura, dariam o clima e identidade ao jardim. Para isso a Paula Bergamin fez uma longa pesquisa e descobriu que Frida tinha a jardinagem como hobby e que tinha conhecimentos de botânica. Em sua biblioteca havia inúmeros livros sobre o assunto com marcas de leitura.

Ela era apaixonada pela natureza, plantas e os animais. Paula Bergamin escolheu para compor o jardim, algumas de suas espécies preferidas as cactácias (formou uma coleção), agaves, Yucas e algumas floríferas como a Bouganvillea, os brinco-de-princesa, azaléias que colhia em seu jardim e que usava para adornar os cabelos. O que se constata em muitos de seus auto-retratos. 



Foi utilizada muita cor, inspirada em seus vestidos e na própria casa e o azul marcante, não poderia faltar eu até chamo de Azul Frida. A paisagista criou um elemento aquático retangular que foi revestido com granito reciclado de antigos meio-fios e que dão mais frescor ao pátio. O mesmo granito foi usado como divisor de canteiros.

Um teto verde sobre a pérgola-atelier são mais um item para aumentar o bem estar e baixar a temperatura.




Paula Bergamin se preocupou com pequenos detalhes para completar o visual, o piso sem duvida é um grande destaque foi aplicado sobre o contra-piso de cimento um grafite em forma de ladrílio hidráulico juntando as cores da fachada original ocre com o azul Frida. O Piso foi feito pela artista Dani Purper.



Os móveis antigos de ferro e madeira, o cavalete, as palhetas e caixas de pintura garimpados em antiquários juntamente com os móveis de fibra da Dedon da Collectania e as louças de estilo mexicano do Empório Dona Xica completam o Clima.



O maior desafio foi sair totalmente de sua linha de atuação, já que seus jardins são sempre densos, tropicais e ecogênicos mas este é um trabalho especial para o Casa Cor, temático, fruto de pesquisa e uma homenagem a grande Frida Kahlo de quem a paisagista é grande admiradora. A intenção era mostrar que pode se ter um jardim aconchegante usando plantas desérticas, o que a paisagista conseguiu!

E então, vamos visitar?

Beijos,

sábado, 6 de julho de 2013

O Jardim Itinerante de Marcelo Bellotto na Casa Cor São Paulo.

Olá!!!!

Fim de semana é tudo de bom, e assuntos leves, especialmente os relacionados à casa são muito bons. Por  este motivo hoje o post fala de um jardim...Quem gosta???? 

Quando vi o paisagismo do Marcelo Bellotto em seu Jardim Itinerante na Casa Cor deste ano, logo pensei em um post em um dia de sol bem lindo como hoje, para que quem lesse tivesse a mesma sensação que eu tive de passar por lá. Leveza!!! 

E ainda, achei que seria uma ótima ideia para quem quer um pouco de natureza em casa, mas mora em um apartamento. Hoje, com os apartamentos que possuem uma sacada maior, isso é possível.

O paisagista Marcelo Bellotto assina o Jardim Itinerante na Casa Cor São Paulo 2013 e inova no conceito de jardim móvel, agregando praticidade e funcionalidade ao projeto, que é um convite ao relaxamento e bem estar. Os elementos empregados no ambiente de 300 m2 ainda respeitam as questões sustentáveis, tanto pelos materiais certificados quanto pelo reaproveitamento de peças.


Os componentes do espaço são itinerantes, trazendo à tona um novo conceito para jardins, o de mobilidade espacial, que permite o deslocamento das peças bem como sua rápida montagem e desmontagem. “Pessoas e empresas precisam de soluções rápidas, práticas e acessíveis e o Jardim Itinerante atende essas necessidades, sem deixar de lado a beleza e o bem estar implícitos em um projeto paisagístico”, define Bellotto.

Uma das vantagens é a diminuição de custos, sendo ideal para ambientes residenciais, comerciais ou corporativos. “A configuração apresentada na Casa Cor permite a montagem de um jardim com uma variação de três a um único dia”. 


Já o conceito de sustentabilidade é proposto a partir dos mobiliários certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council), dos vasos recicláveis e do reaproveitamento do piso utilizado na Casa Cor do ano passado. “A sustentabilidade, hoje, não é um diferencial para os profissionais da nossa área e, sim, uma obrigação, como formadores de opinião que somos. Por isso, quis mostrar que, em um ambiente, ela pode se apresentar de diferentes formas”, explica.   

O Jardim Itinerante é despojado, voltado ao descanso e ao relaxamento, promovendo a beleza e o bem estar. A vegetação se apresenta de forma inusitada, escultural e pontual. À noite, o cenário se transforma em um ambiente mais intimista com o uso do elemento fogo da Construflama e Iluminação Light Source, fabricadas em tom cinza especialmente para este projeto.



O piso (Grupo Ivaí) foi sobreposto ao existente no local e recebeu um tingimento na cor cinza para harmonizar com os demais elementos de composição, a exemplo das novidades dos vasos da linha Fibra Leve da Vasos da Terra. Assinados pelo paisagista, as peças agregam design, leveza e resistência no acabamento petrificado em tons únicos. 

Já o jardim vertical móvel (linha toten), denominado “espiral”, foi idealizado para colecionar plantas em pequenos espaços, como temperos, orquídeas, cactos, entre outros. A tendência foi fortemente disseminada na última de Semana de Design de Milão (abril, 2013). No quesito mobiliário, destaque para a espreguiçadeira Bella, desenhada por Bellotto, e que se transforma em um “sofá tatame”, com encosto de cabeça da Futon Company e tecido Regatta. O ombrelone é da Madesol.



Sobre Marcelo Bellotto:

Marcelo Bellotto atua há 19 anos de forma integrada com arquitetura, decoração e design. Engenheiro Agrônomo pós-graduado em Fitoterapia, tem como marca a criação de projetos originais e exclusivos, aliando estilo à qualidade de vida. Músico, incorpora em seu trabalho elementos de composição comuns às artes como ritmo, melodia e harmonia. 

Ao longo desses anos estabeleceu parcerias com escritórios de arquitetura dos mais representativos. São mais de 05 milhões de m² de áreas verdes planejadas de forma interativa e sustentável, valorizando os espaços residenciais e comerciais. Bellotto também assina uma linha de vasos exclusiva, a Vasos da Terra®, criada para agregar beleza, valor e personalidade aos ambientes. Esta é a sua sexta participação na Casa Cor São Paulo.

E então...gostaram?

Bjos,