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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Paris: um pequeno roteiro para conhecer a cidade.

Impossível após uma viagem para Paris não escrever sobre lugares, sobre bons restaurantes para bons cafés e lugares para procurar coisas de décor na cidade. Como não passar um dia visitando a Torre Eiffel e ir parar num café delicioso numa rua próxima e pensar um pouco na vida? E um passeio na Saint Honoré para simplesmente caminhar ou encontrar algo diferente, talvez mais sofisticado, um pouco mais descolado ou um bom perfume, e ver a decoração linda de Natal da Galeria Lafayette? 



Acima, décor de Natal da Galeria Lafayette. Paris para mim, especialmente nesta época em que visitei foi assim, infernal para encontrar um taxi quando o celular está sem bateria, deliciosa para um passeio e simplesmente apaixonante. Hoje, como já visto, o post é sobre Paris, sobre como aproveitar a cidade. 

Nada como boas referências, e para começar nada como falar de bons livros para uma viagem e sites como referência. Em viagens é sempre bom utilizar um site de referência. Meu preferido em Paris é o Conexão Paris, que inclusive já tivemos posts com dicas da cidade aqui no Blog. No post foram dicas de restaurantes na cidade que foram maravilhosas. Outro site muito bom, neste caso, para outras cidades também é o Mary And The City, que já escreveu aqui no blog também. Tem um bom livro também que eu adoro chamado Paris Pra Você. Um outro livro com muitas referências boas é Folha de São Paulo Europa, este eu utilizo sempre em viagens.

A Torre Eiffel, lugar imperdível. Como não visitar Paris e não ficar encantado com sua grandiosidade? Para quem ama arquitetura e design é um grande passeio (aliás, tem um post sobre 15 lugares para quem gosta de arquitetura da Casa Vogue sobre o assunto que é uma boa sugestão para quem gosta do assunto e pretende visitar Paris visitando lugares de design.. E, claro, a foto abaixo para relembrar a cidade com o seu cartão postal. Quem não tem o chaveiro da Torre Eiffel vendido por lá por imigrantes? Criada pelo arquiteto Gustave Eiffel em 1889, foi construída como arco de entrada da Exposição Universal de 1889, localizada no Champ de Mars, a construção de ferro tem 324 metros e foi a estrutura mais alta do mundo até 1930. 



Museu Rodin: inaugurado em 1919, é famoso por esculturas como o Pensador e O Beijo, que aliás é uma escultura que eu adoro. Aliás, o Conexão Paris tem um post sobre o local.

Rio Sena, lugar especial para um fim de tarde e uma parada num restaurante para um Croque Monsier ou outro prato (e este, assim como o Croissant é bem parisiense) com uma taça de vinho ou um bom café. Fica bem perto do Louvre e da Saint Honoré e de uma rua com lindos objetos de décor. Aliás, esta região é deliciosa para um belo passeio.

Cafés e Restaurantes:

La Coup D´Or: Um café delicioso na Saint Honoré, em Place Vendôme, com mesas na calçada para um bom vinho ou simplesmente um Café acompanhado de um delicioso mousse de chocolate. La Coupe d'Or -- 330 rue Saint-Honoré, 75001 Paris.


Café Lauduré: Como não experimentar os deliciosos macarrons neste lugar simpleste icônico na cidade? 75, avenue des Champs Élysées

Próximo a Torre Eiffel tem o Café Gustave com croissants e petiscos, cafés e doces. A atmosfera do local é deliciosa, após uma tarde passeando pela região.


La Rotonde Saint Honoré: É um restaurante muito bem localizado, obviamente, com pratos mais sofisticados como o Entrêcote até fritas para um almoço despretencioso. 105 boulevard du Montparnasse, 75006 Paris, França. +33 1 43 26 48 26

La Fregatte: Um restaurante em frente ao Rio Sena com um Croque Monsieur delicioso. Contact 01. 42. 61. 23. 77 1 Rue du Bac. 75007 Paris.

Para um blog de decoração, impossível não falar de bons lugares para compras para casa. As melhores regiões são a da Saint Honoré e perto do Rio Sena com lojas lindas de todos os tipos de objeto.Uma das lojas que visitei na cidade e gostei foi uma loja de essências, perfumes e velas, a Dyptique. As essências e velas são maravilhosas e fica na região da Saint Honoré. Endereço: 330-332 Rue Saint-Honoré, 75001 Paris, França
Horário: 
Fechado ⋅ Abre à(s) 10:30
Telefone: +33 1 42 33 19 79

Esta é a Paris que eu vi, com muitos lugares, porém, com muitos lugares lindos e ainda, com lugares para conhecer.



sábado, 30 de março de 2019

Bons motivos para conhecer o La Réserve Paris.

Apreciar uma vista deslumbrante enquanto saboreia um cuidadoso prato elaborado por um chef com estrela Michelin, pouco ruído, muito sabor. Assim é um dia comum na vida de um hóspede do La Réserve, em Genebra, ou talvez melhor dizer que assim é a vida de quem se hospeda em qualquer um dos hotéis idealizados por Michel Reybier, quem sempre teve o desejo de administrar um portfolio de propriedades que oferecessem aos visitantes a sensação de serem recebidos como se estivessem em casa. 

Os três hotéis do grupo; em Paris, Ramatuelle e Genebra, possuem as mesmas características de atendimento impecável e preocupação com o bem-estar do hóspede. 

E os ambientes íntimos com instalações de última geração conseguem preservar as características históricas do imóvel que garantem verdadeiras experiências de lifestyle. Vamos dividir estes lindos hotéis em três posts, já que é muita beleza a ser colocada em somente um post. Vamos começar pelo La Réserve Paris.


Um prédio do século 19 localizado na Avenue Gabriel, próximo a Champs-Elysées e dos principais pontos turísticos de Paris. Foi esse o local escolhido para abrigar esse charmoso La Réserve Paris – Hotel & Spa com localização nobre na Cidade Luz.


Ao todo são 26 suítes e 14 quartos disponíveis para os hóspedes desfrutarem, além de restaurantes, bares, biblioteca, spa Nescens com três salas de tratamento, adegas nas suítes e um privilégio para poucos em Paris: uma piscina interna.


Diferentemente dos tradicionais hotéis palacianos 5 estrelas da cidade, o La Réserve Paris é uma mansão urbana privativa, muito elegante e bem decorada por Jacques Garcia, e que não dispõe de uma recepção tradicional propositalmente para que os visitantes sintam-se como se estivessem entrando em casa. Quem chega ao prédio é recebido no salão Louis XV e levado a sua acomodação imediatamente, para garantir só as melhores sensações.


O destaque fica por conta do restaurante Le Gabriel que já recebeu 2 estrelas do Guia Michelin e apresenta uma cozinha francesa contemporânea imperdível. Além disso, as igualmente autênticas opções de passeio que vão desde uma tradicional e romântica noite em Paris até um denominado "Behind the Scenes", onde são revelados alguns dos mistérios e cantos escondidos da cidade.

quinta-feira, 30 de março de 2017

França: o que você precisa saber antes de ir? Air France dá dicas para turistas que queiram conhecer Paris e outras cidades francesa.

Olá!! Hoje é dia de post de viagem por aqui. Oba!! Sou apaixonada pela França, mas, como a Air France sabe de tudo deste lugar, nada como um post de colaboração deles por aqui. Não acham? Então, hoje tem várias dicas para quem está planejando sua viagem. Vamos lá?!!






A França é um destino de desejo para muita gente. E não é por acaso! Imagine só caminhar entre os pontos turísticos e históricos de Paris, se perder em meio aos encantos do Vale do Loire ou do charme da Provence ou ainda aproveitar o Mar Mediterrâneo visto a partir das belas praias de Côte-d’Azur. Não é um sonho? Sabendo disso, a Air France resolveu juntar as principais dicas para quem vai fazer a primeira viagem ao país ou para os que já têm a França como um velho amigo e quer matar a saudade.



Planejando a viagem: 

Para ajudar seus passageiros, a companhia aérea francesa preparou um guia de viagem em seu site, o Travel by Air France, com dicas essenciais e informações práticas sobre vários destinos no mundo. Na França, por exemplo, você pode encontrar os guias de Paris, Nice, Bordeaux e Toulouse, entre outras cidades.


Depois de explorar os destinos e montar seu roteiro, é hora de comprar as passagens. O site da companhia, além de permitir a compra com total customização da experiência, também está repleto de informações sobre as etapas da viagem, as classes de bordo (Economy, Premium Economy, Business ou La Première), voos saindo do Brasil e as opções de serviços disponíveis.

Passaporte, Documentos e Vistos:

Brasileiros precisam de visto para entrar na França? É obrigatório ter seguro saúde? Quais outros documentos são necessários? Essas são algumas perguntas recorrentes que a Air France vai ajudar a responder.

Os brasileiros não precisam de visto para entrar na França e em toda a Europa, se tiverem permanência de até 90 dias, mas passam normalmente pela imigração ao desembarcar no continente.

Por isso, é importante que todos os documentos estejam em ordem e prontos para entregar aos oficiais. O passaporte deve ter validade mínima de seis meses a contar da data do embarque. Entregue-o aberto na página que tem sua foto, junto com o comprovante da passagem de volta.

É possível que o viajante seja questionado se tem como se manter durante o período que vai ficar no país e onde vai se hospedar, por isso, é importante ter à mão comprovantes financeiros, como extratos bancários, e comprovante de reserva de hospedagem, seja em hotel ou locação de apartamentos. Caso vá ficar hospedado na casa de alguém, seu anfitrião deve enviar para o Brasil, por serviço postal, uma carta-convite física e assinada, contendo todas as informações sobre sua estadia.

Outro item importante é o seguro saúde no valor mínimo de 30 mil euros, para eventuais despesas médicas, que deve ser feito de forma a ter validade em todo o Schengen. Esse foi um acordo feito entre vários países europeus que permite a livre circulação. Fazem parte dele 25 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.


Na imigração, nem sempre são solicitados todos os documentos, mas não arrisque. Entregue somente o que for solicitado, mas mantenha todos com fácil acesso. Ninguém quer voltar para casa sem visitar o Louvre ou Torre Eiffel, certo?

Se bater aquele receio em relação ao idioma, já no aeroporto de Paris, onde fica o hub da Air France e de onde partem os voos para outros destinos franceses e europeus, a companhia oferece um serviço de acompanhamento, com funcionários que falam diversos idiomas, incluindo o português. Então, não tem tanto problema assim não dominar o francês ou o inglês. Esse serviço está disponível nos aeroportos Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Bordeaux e Nice.

Se você pretende ficar mais que 90 dias no país, além de todos esses documentos é necessário solicitar antecipadamente o visto long séjour (longa permanência). Dependendo do tipo de viagem que for fazer, varia o tipo de visto: estudante, pesquisador científico, au pair, entre outros. Para mais detalhes, acesse o Consulado Geral da França no Brasil.


Temperatura e Clima na França:

Para não cometer gafes na hora de arrumar suas malas, a Air France compilou as principais informações sobre o clima da França por período e região.

A primavera vai de meados de março até a metade de junho e é a melhor época para visitar regiões como a Provence, por exemplo, já que as flores tomam conta da paisagem e o clima está mais ameno. Mas em abril costuma chover bastante, então vá preparado. O outono, que vai do meio de setembro até um pouco antes do Natal, em dezembro, também oferece um clima mais convidativo. Andar em Paris, por exemplo, fica ainda mais encantador pelas cores da estação mesclada à arquitetura da cidade.


Como na maioria dos destinos europeus, o verão, que vai de junho a setembro, traz disposição e alegria para turistas e locais, que aproveitam os parques como em nenhuma outra estação. Mesmo sendo menos intenso do que no Brasil, o sol pode queimar, então, leve protetor solar, principalmente em julho, que é o mês mais quente.

Outra estação de temperaturas um pouco mais extremas é o inverno, que começa no meio de dezembro e se estende até março. Apesar de, nesse período, seus melhores amigos serem os casacos quentes, gorros, cachecóis e luvas, para aguentar temperaturas que podem ficar abaixo de zero, é mágico para os brasileiros verem a neve de perto e vivenciar, por exemplo, o Natal bem branquinho, como é mostrado nos filmes.

Por conta da variedade dos cenários naturais franceses, há algumas subdivisões do clima temperado do país que, em geral, é ameno. No Sul, principalmente próximo à costa do Mediterrâneo, há mais sol no céu em todas as estações e o verão é quente e seco. Já na costa Oeste, o clima é mais diversificado e conta com mais chuvas. A região montanhosa, principalmente na região dos Alpes Franceses, frio, neve e chuva devem ser considerados na montagem da mala. Descendo as montanhas, mas se mantendo na parte continental, o frio ainda é intenso.

Seja quando e onde for, a França é sempre um destino mágico para se visitar e a Air France, obviamente, a melhor opção para chegar até lá. O encanto francês já começa na saída do Brasil.

Para quem quiser, nestes links de posts mais antigos do blog também tem dicas de restaurantes e cafés na cidade. No post da Mary and the City (blog que eu amo e recomendo a visita) que ela escreveu especialmente pro blog: Onde provar os melhores macarons em Paris; e de restaurantes (o post é meio antigo, mas as dicas são ótimas) com colaboração do Conexão Paris, blog de lá que eu também recomendo pois tem dicas maravilhosas sobre tudo o que vocês possam imaginar: 04 Bons Restaurantes em Paris.  

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Fotografia: A Pirelli lançou hoje em Paris o calendário 2017 de Peter Lindbergh com um novo olhar.

Foi apresentado hoje, em Paris, o Calendário Pirelli 2017, criado por Peter Lindbergh, um dos mais talentosos fotógrafos do mundo. Com a edição de 2017 - que segue a anterior, assinada por Annie Leibovitz em 2016 -, o mestre alemão torna-se o único fotógrafo a ser chamado para realizar o calendário Pirelli pela terceira vez, após o de 1996, fotografado na Califórnia, no deserto de El Mirage, e o de 2002, realizado no estúdio da Paramount Pictures, em Los Angeles. Além disso, em 2014, Lindbergh, juntamente com Patrick Demarchelier, foi o criador das fotos comemorativas dos 50 anos de vida do Calendário, que nasceu em 1964, teve algumas pausas na sua publicação, e está, agora, na sua quadragésima quarta edição.

Quem explica o fio condutor do Calendário Pirelli 2017 é o próprio fotógrafo: “Numa época em que as mulheres são apresentadas pela mídia e por toda parte como embaixadoras da perfeição e da beleza, pensei que seria importante lembrar a todos que existe uma beleza diferente, mais real e autêntica, e não manipulada pela propaganda ou outra coisa qualquer. Uma beleza que fala da individualidade, da coragem de ser quem se é e da sensibilidade”. O título “Emocional”, escolhido por Lindbergh, enfatiza a intenção de suas fotos: “Criar um Calendário qu e não seja sobre corpos perfeitos, mas sobre a sensibilidade e a emoção, desnudando a alma das protagonistas, que ficam mais nuas do que o nu”. Abaixo, as fotografias, e em seguida uma conversa com o fotógrafo.




Para apresentar sua ideia de beleza natural e de feminilidade, Lindbergh fotografou 14 atrizes de fama internacional: Jessica Chastain, Penélope Cruz, Nicole Kidman, Rooney Mara, Helen Mirren, Julianne Moore, Lupita Nyong'o, Charlotte Rampling, Lea Seydoux, Uma Thurman, Alicia Vikander, Kate Winslet, Robin Wright e Zhang Ziyi. Com elas, coadjuvou também Anastasia Ignatova, professora de Teoria Política na State University de Moscou. Essas escolhas atestam, mais uma vez, o amor que Lindbergh sente pelo cinema, convertendo a ‘Cité du Cinéma’, de Saint Denis, um dos estúdios de produção cinematográfica mais importantes da Europa, na sede natural para o tradicional jantar de gala durante o qual o novo calendário é apresentado.

“O objetivo ─ diz Lindbergh ─ era retratar as mulheres de uma forma diferente: fiz isso chamando atrizes que tiveram um papel importante na minha vida e, ao fotografá-las, fui me aproximando delas o máximo possível. Como artista, sinto a responsabilidade de libertar as mulheres da ideia de juventude e de perfeição eternas. O ideal de beleza perfeita promovido pela sociedade é uma meta inatingível”.

As sessões fotográficas foram realizadas entre maio e junho deste ano, em cinco locações diferentes: Berlim, Los Angeles, Nova York, Londres e na praia francesa de Le Touquet. O resultado é um Calendário composto por 40 fotografias ─ incluindo retratos e ambientes ─ tiradas não só no estúdio mas também em vários espaços metropolitanos e cenários ao ar livre, como ruas, fast-foods e hotéis decadentes no centro da cidade de Los Angeles; no Times Square, em Nova York; no teatro Sophiensale, em Berlim; nos telhados dos estúdios em Nova York e em Londres; e na praia de Le Touquet.

Mas não é somente o cinema que caracteriza os trabalhos de Lindbergh. O fotógrafo é famoso também por sua capacidade de trazer para suas fotos elementos ligados ao ambiente industrial da sua infância. E é por isso que, com o objetivo inicial de transferir para o Calendário aspectos relacionados à tecnologia e à indústria, Lindbergh também realizou, durante a operação, inúmeras fotos no polo industrial da Pirelli, em Settimo Torinese, a fábrica tecnologicamente mais avançada do grupo. Da experiência, nasceu uma série de fotografias sobre o mundo da automação e da inovação tão sugestiva e potente que, como disse o próprio fotógrafo na entrevista publicada pela revista Pirelli World, “no final, decidimos dividir as experiências em duas séries de fotos e usar a série da fábrica para realizar, no futuro, um projeto autônomo e separado do Calendário” .

A preparação, as histórias e os protagonistas do Calendário Pirelli 2017 nos bastidores podem ser visualizados no site www.pirellicalendar.com, a plataforma renovada recentemente que permite visualizar a história de mais de 50 anos de The Cal™ por meio de filmes, entrevistas, fotografias e textos inéditos. Um dos conteúdos exclusivos da nova edição, a seção Making of The Cal™ narra o processo de concepção e de realização do trabalho artístico do grande fotógrafo e de sua equipe. Além disso, a seção Icons estará enriquecida com novas entrevistas exclusivas realizadas com as protagonistas do Calendário Pirelli 2017.

Para quem adora saber tudo em detalhes uma conversa com Peter Lindbergh: “EU, A FOTOGRAFIA E O CALENDÁRIO PIRELLI 2017”

Qual é a ideia que está por trás deste Calendário?
Eu quis usar o calendário 2017 para defender um tipo diferente de beleza. O sistema atual, baseado no consumo, oferece um único tipo de beleza, demasiadamente ligado à ideia de juventude e de perfeição. Mas essa ideia de beleza não tem relação com a realidade e com as mulheres. Por meio do Calendário Pirelli, desejei transmitir outra mensagem: a de que a beleza é muito mais do que nos oferece hoje a publicidade. O objetivo era retratar as mulheres de uma forma diferente. Fiz isso envolvendo atrizes que tiveram um papel importante na minha vida e, ao fotografá-las, fui me aproximando delas o máximo possível. Já nas primeiras fotos, percebi que funcionava. Acho incrível olhar para pessoas como Nicole Kidman, que foi a primeira que fotografei, de uma forma totalmente diferente. É uma experiência sensacional olhar para alguém que olha para você através da câmera e criar uma ligação direta, vivendo uma experiência única, como nunca tinha me acontecido antes. Depois de umas duas horas de sessão fotográfica, quando Nicole disse “Eu não sei por que estou me divertindo tanto... Ninguém jamais me fotografou assim... Ninguém jamais viu essa parte de mim e é magnífico”, ela sintetizou a essência do que eu desejava fazer com o Calendário Pirelli 2017: eu queria retratar as mulheres, mas não por meio da sua perfeição, e sim da sua sensibilidade e das suas emoções. Por isso, dei a esta edição do Calendário o título "Emocional”, valorizando não uma perfeição artificial, mas o mundo real e as emoções que estão por trás dos rostos dessas mulheres.

Por que preto e branco?
Em preto e branco, você atribui à cena uma realidade diferente à do mundo real e em cores: é você quem interpreta a realidade misturando o branco e o preto para obter sombras, luzes e formas. Eu acho que o preto e o branco simplificam e transformam a realidade em outra coisa, é o primeiro pequeno passo para se afastar do que é normal ou real, para ir ao encontro de algo mais interessante, que não é real.

A inovação tecnológica está influenciando o seu trabalho?
Não, porque eu me preservei. Os jovens fotógrafos de hoje não sabem nem mesmo o que significa usar uma máquina analógica. Conheço muito bem o mundo da película e eu não queria uma câmera digital. Eu estava totalmente feliz com o que tinha. Depois, com o tempo, eu aprendi que o digital é fantástico em muitos aspectos, com duas exceções. A primeira é que a imagem digital é muito límpida e perde em suavidade e emoção. Por isso, uso Photoshop, para reduzir o efeito digital. Em segundo lugar, o aspecto mais chato de trabalhar com uma câmera digital é que ela transforma a sessão de fotos em um esforço de colaboração. Toda vez que estou diante de uma cena e tiro uma foto, a imagem aparece projetada em uma tela na sala ao lado, com dez pessoas que observam, julgam e dão palpites... Essa maneira de fotografar destrói completamente a intimidade entre o fotógrafo e o que está sendo fotografado. O que me interessa é a relação com a cena, porque é dessa relação que nascem as belas fotos e o digital impede que esse tipo especial de relacionamento aconteça.

O Calendário 2017, como no 2002, revela o seu amor pelo cinema. Que relação existe entre a fotografia e o cinema?
Está ligada à ideia de ”tempo”, que é muito difícil visualizar em fotografia, mesmo sendo esta uma questão completamente temporal. Porque consegue parar o tempo. Perguntam-me sempre “Por que você não quer fazer filmes?”. E eu respondo que talvez queira, sim, mas não é a minha preocupação principal. Eu acredito que fotografia é tão interessante quanto cinema, porque, com “nada”, você pode tornar visível uma porção de coisas. Você vê alguém atravessando a rua: no cinema, não seria nada, enquanto na fotografia o tempo para em um determinado momento, um momento maravilhoso, estranho, muito profundo e emocionante, que nasce do nada, só porque o tempo parou. Penso ser essa uma característica peculiar da fotografia.

Para realizar o Calendário 2017, você também tirou fotos no polo industrial Pirelli de Settimo Torinese. O que o levou até a fábrica?
Tudo começou quando Marco Tronchetti Provera entrou em contato comigo. “Peter – disse ele – nós somos uma empresa high - tech e gostaria de fazer algo inovador”. A sua ideia era introduzir alguns aspectos tecnológicos no novo Calendário, e eu achei isso muito estimulante. Na verdade, para ser honesto, inicialmente respondi que a ideia não era viável. Mas depois, conversando, seus argumentos eram tão sofisticados e intelectualmente interessantes que eu me vi envolvido. Ele me falou sobre o significado das máquinas para ele e para a história da Pirelli e, a esse ponto, tive a ideia de fotografar no polo industrial Pirelli, com todas as suas implicações, mas realmente muito estimulante. No dia seguinte, parti com o objetivo de analisar o lugar e entender como eu me sentiria. Do ponto de vista da produção, percebi quase imediatamente que seria impossível levar as atrizes para a fábrica e fotografá-las lá. Propus, então, ir eu mesmo fotografar a fábrica, as máquinas, os robôs, tentando estabelecer uma ligação ‘emotiva’ com tudo, fazendo que aquilo parecesse vivo. Eu não tinha certeza de que conseguiria, mas o resultado foi muito gratificante e ainda é, a tal ponto que, no final, decidimos dividir a experiência em duas séries de fotos e usar a série da fábrica para realizar no futuro um projeto autônomo e separado do Calendário. 

Qual é a sua maior fonte de inspiração?
Não tenho áreas específicas que sejam fontes ocultas de criatividade. Tudo o que vejo me inspira, e, mais cedo ou mais tarde, utilizo isso para fazer alguma coisa. Evito ir a desfiles de moda. Prefiro usar o tempo das coleções de outra maneira. Costumo ver as roupas nos ateliês dos amigos, por exemplo, hoje passei o dia com o meu amigo Azzedine Alaïa, com o qual farei um projeto, e ele me mostrou a sua nova coleção, com peças incrivelmente belas. Alguns dias atrás, falando sobre fotografia de moda, alguém me disse que a tarefa da fotografia de moda era mostrar as coleções de roupas. Isso pode ser em parte verdadeiro. Mas eu digo que a fotografia de moda não deve mostrar apenas roupas e ajudar a indústria a vendê-las; deve, sim, ter a liberdade de mostrar a existência de um contexto muito mais amplo, mais amplo do que a própria moda.

Qual é o aspecto mais criativo para você?
Acho que a primeira pergunta é: Onde está a criatividade? E a segunda é: Como você pode aproveitá-la? E depois: Como você pode usá-la? São temas muito fascinantes, para os quais dediquei, no passado, muito tempo. Pensando bem, acho que a criatividade deriva da sua visão do mundo que, de alguma forma, renasce por meio de suas experiências. Muitas pessoas têm criatividade, mas não sabem como acessá-la. Pratico meditação transcendental há quarenta anos e isso me ajudou muito a compreender quem sou e a encontrar o meu caminho interior.  

CALENDÁRIO PIRELLI 2017
Créditos

Nicole Kidman Los Angeles
Alicia Vikander Berlin
Léa Seydoux Londres
Robin Wright New York
Lupita Nyong’o New York
Kate Winslet Londres
Rooney Mara New York
Jessica Chastain New York
Penelope Cruz New York
Zhang Ziyi Los Angeles
Julianne Moore New York
Uma Thurman New York
Helen Mirren Londres
Charlotte Rampling Londres
Anastasia Ignatova Le Touquet, França

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Fotógrafo: Peter Lindbergh
Diretor de Arte: Juan Gatti
Assistente de Peter Lindbergh: Stefan Rappo
Cabelo: Odile Gilbert, Vernon Francois (Lupita)
Maquiagem: Stephane Marais, Nick Barose (Lupita), Groomer Pablo (Penelope)
Estilista: Julia Von Boehm
Produtor: 2b Management
Casting: Piergiorgio Del Moro


PETER LINDBERGH Biografia: Conhecido por suas  memoráveis imagens cinematográficas, Peter Lindbergh é considerado um dos fotógrafos contemporâneos mais influentes. Nascido em Lissa (Alemanha), em 1944, ele passou a infância em Duisburgo (Renânia do Norte-Vestfália). Trabalhou como vitrinista para uma loja de departamento local e matriculou-se na Academia de Belas Artes de Berlim, no início de 1960. Ao recordar aqueles anos, Lindbergh diz: “Eu preferia buscar inspiração em Van Gogh, meu ídolo, ao invés de ter que pintar os retratos e as paisagens que ensinavam nas escolas de arte...” Inspirado pelo trabalho do pintor holandês, ele mudou-se para Arles por quase um ano e iniciou, então, uma viagem de carona pela Espanha e pelo norte da África. Mais tarde, estudou pintura na Faculdade de Artes de Krefeld.

Influenciado por Joseph Kosuth e pelo movimento Conceitual, antes de se formar, foi convidado para apresentar seu trabalho na famosa Galeria vanguardista Denise René-Hans Mayer, em 1969. Depois de se mudar para Dusseldorf, em 1971, voltou-se para a fotografia e trabalhou durante dois anos como assistente do fotógrafo alemão Hans Lux, antes de abrir o seu próprio estúdio, em 1973. Ficou conhecido em seu país natal e foi convidado a juntar-se à equipe da revista Stern, que incluía fotógrafos famosos como Helmut Newton, Guy Bourdin e Hans Feurer. Mudou-se então para Paris, em 1978, para continuar sua carreira.

Considerado um pioneiro em fotografia, Lindbergh introduziu uma nova forma de realismo, redefinindo os padrões de beleza com imagens atemporais. Sua abordagem humanista e idealização das mulheres o distingue de outros fotógrafos, já que ele privilegia a alma e a personalidade. Em tempos de excessivos retoques, ele mudou drasticamente os padrões da fotografia de moda, acreditando que há algo que torna uma pessoa interessante além da idade. Ele explica: “Esta deve ser a responsabilidade dos fotógrafos de hoje: libertar as mulheres e toda a gente da mania de juventude e perfeição”. Sua visão singular mostra a pessoa em seu estado puro, “com toda a honestidade”, evitando qualquer estereótipo ao clicar um rosto com quase nenhuma maquiagem, sem disfarce, melhorando a autenticidade e a beleza natural das mulheres que ele fotografa. Lindbergh ofereceu uma nova interpretação das mulheres pós-1980, sem prestar muita atenção ao vestuário, acreditando que, como referiu: “Se você tirar a moda e o artifício, pode ver a pessoa real”.

A jornalista britânica Suzy Menkes ressalta que “recusar-se a se curvar à perfeição é a marca registrada de Peter Lindbergh - suas imagens olham para a alma nua e crua de cada pessoa, por mais familiar ou famosa que seja”. Na moda, Lindbergh foi o primeiro fotógrafo a incluir uma narrativa em suas séries, e sua narração introduziu uma nova visão da fotografia de arte e de moda. Ao longo dos anos, criou imagens que marcaram a história da fotografia, caracterizadas por uma abordagem minimalista aplicada à fotografia pós-modernista. Em 1988, conquistou fama internacional e lançou as carreiras de uma nova geração de modelos que ele descobrira recentemente, mostrando todas vestidas com camisas brancas. Um ano mais tarde, ele fotografou Linda Evangelista, Naomi Campbell, Cindy Crawford, Christy Turlington e Tatjana Patitz, modelos ainda jovens na época, todas juntas pela primeira vez, para a lendária capa da Vogue UK de janeiro de 1990.

O cantor pop George Michael, que lançou o “movimento das Supermodelos”, seguido mais tarde por Gianni Versace, depois de ver a capa da Vogue, inspirou-se nas fotos de Lindbergh para criar o icônico vídeo da sua canção “Freedom '90”, marcando o início da era das modelos celebridade, que redefiniu a imagem da mulher moderna.

Famoso por suas séries narrativas de moda, o trabalho de Lindbergh é mais conhecido por seus retratos simples e reveladores, naturezas mortas e imagens que revelam uma forte influência do cinema alemão e do ambiente industrial de sua infância, dança e cabarés, além de paisagens e espaços exteriores.

A partir do final da década de 1970, Lindbergh passou a trabalhar com as mais famosas grifes e revistas, incluindo as edições internacionais de Vogue, The New Yorker, Rolling Stone, Vanity Fair, Harper's Bazaar US, Revista Wall Street Journal, The Face, Visionaire, Interview e W.

Seu trabalho faz parte de coleções permanentes de muitos museus de belas artes em todo o mundo e tem sido exibido também em museus e galerias de prestígio. Dentre eles, o Victoria & Albert Museum (Londres), o Centre Pompidou (Paris), e individuais no Hamburgerbanhof (Berlim), no Bunkamura Museum of Art (Tóquio) e no Pushkin Museum of Fine Arts (Moscou), além da recente exposição “A Different History of Fashion”, no Kunsthal de Roterdã, projetado por Rem Koolhaas (Setembro 2016).

Lindbergh dirigiu uma série de filmes e documentários que foram aclamados pela crítica: Models, The Film (1991); Inner Voices (1999) que ganhou o prêmio de Melhor Documentário no Toronto International Film Festival (TIFF), em 2000; Pina Bausch, Der Fensterputzer (2001) e Everywhere at Once (2007), narrado por Jeanne Moreau e apresentado nos festivais de Cannes e Tribeca. Lindbergh é representado pela Gagosian Gallery e pela 2b Management. Atualmente vive entre Paris, Arles e Nova York. 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Onde provar os melhores macarons de Paris.

Por Mariana Martins (Mari and the City)

A pâtisserie francesa já é uma verdadeira instituição nacional. Grandes chefs franceses se dedicam a essa verdadeira arte e há uma infinidade de doces que foram criados ao longo do tempo. O mais famoso deles continua sendo obviamente o macaron. Como uma viagem a Paris não fica completa sem provar o doce, veja alguns locais da cidade em que você pode provar macarons sem medo de errar!


Ladurée: A Ladurée é a grande inventora do macaron. Mesmo tendo unidades espalhadas pelo mundo inteiro, a experiência de passar uma tarde em um dos seus salões de chá em Paris ainda é algo muito especial e único.


Com ambiente refinado, as lojas da Ladurée mantêm uma decoração inspirada no Palácio de Versalhes. Em relação aos macarons, você pode esperar sabores bem clássicos! A marca também tem um apelo muito forte para vender outros produtos como, por exemplo, cosméticos, sais de banho, velas perfumadas, chás, livros de cozinha, bolsas, chaveiros e outros souvenirs. Conhecer a Ladurée é indispensável! Se quiser evitar as filas gigantescas da unidade da Champs-Elysées, a sugestão é ir até a loja da rue Royale ou a da rue Bonaparte em Saint Germain.


Pierre Hermé: Chef muitíssimo admirado na França e no mundo, Pierre Hermé trouxe muita criatividade para as receitas tradicionais da pâtisserie francesa. Seus doces são muito inventivos e ele ganhou uma verdadeira legião de fãs que buscavam algo novo em relação ao que era oferecido pela Ladurée. Atualmente, a maioria dos parisienses considera que Pierre Hermé tenha um macaron melhor do que a Ladurée por acharem que a última é algo óbvio demais e voltada para turistas. Não deixar de provar o macaron de crème brûlée! 


Café Pouchkine: De origem russa, o Café Pouchkine é um pâtisserie de decoração elegante que propõe uma experiência de degustação de doces inspiradas nos tempos dos czares. Se estiver andando na área dos Grands Magasins (onde se encontram a Galeries Lafayette e a Printemps), é ótimo parar na sua loja dentro do prédio da Printemps para provar os macarons supercoloridos desse lugar. Há outras unidades do Café Pouchkine no Marais e em Saint Germain.


Gâteaux Thoumieux: Chef muito renomado na França, Jean-François Piège é o cérebro por trás dos maravilhosos macarons dessa pequena pâtisserie. Os seus dois restaurantes de culinária francesa no Hôtel Thomieux que fica quase em frente à loja da pâtisserie renderam grande fama a ele.  Seja na produção de doces ou pratos de culinária francesa, ele é igualmente eficiente. Além dos macarons serem incríveis, os outros produtos da loja também são deliciosos!


Angelina: A Angelina é conhecidíssima em Paris pelo seu chocolate quente, mas claro que também tem outros ótimos produtos. Seus salões de chá estão entre os melhores da cidade com decoração simples e elegante! Parando em uma de suas lojas, vale a pena experimentar os macarons. Como o conceito dos seus próprios ambientes, eles são simples e clássicos!

Mariana Martins (Mari and the City): Colaboradora do blog. A Mariana tem um blog ótimo, com super dicas de viagens com assuntos que vão de arte e cultura a compras, hotéis e restaurantes. Vale uma visita!! 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Paris: 02 exposições de Moda e Arte para visitar na cidade.

Olá!! Quem está em viagem por Paris? Você não precisa ir à cidade nesta época e necessariamente frequentar a todos os desfiles e festas super badaladas (até porque é necessário convite e a maior parte destas festas é fechada a grupos de convidados das marcas). Mas é possível em meio a seus passeios, entre uma ida aos maravilhosos cafés e restaurantes, uma paradinha na Torre, incluir uma visita a uma exposição relacionada ao tema e sentir um pouco a atmosfera. O que acham? 

Para quem está a procura de restaurantes e boas dicas da cidade e arredores tem um post aqui no blog com boas indicações (da época de Natal, mas que podem ajudar agora: 04 bons restaurantes em Paris). Aliás, estas dicas são da turma do Conexão Paris que escreveram um post de colaboração aqui pro blog e eu adoraria indicar para quem está em viagem ou programando porque eles são ótimos. Ah, e para quem está aqui no Brasil, também já indiquei um livro aqui, Paris Pra Você da Lelê Saddi, que é muito bom, tem muitas dicas da cidade (anotando todas!!).

Albert Elbaz/Lanvin

A Maison Européenne de la Photographie celebra a grife francesa Lanvin através de seu atual diretor criativo Alber Elbaz. A exposição fala do universo do diretor Alber Elbaz, retratatando em 350 fotografias o processo criativo de Alber Elbaz, dos desenhos aos desfiles.


A exposição “Alber Elbaz/Lanvin: Manifeste”  até o dia 31 de outubro na Maison Européenne de la Photographie, em Paris e tem como principal objetivo apresentar o trabalho da maison antes, durante e depois de um desfile. Nela, Alber Elbaz, diretor criativo da marca, conta todos os detalhes de seu dia a dia à frente da grife francesa.

Maison Européenne de la Photographie, até 31 de Outubro 2015.
5/7 Rue de Fourcy - 75004 Paris

Jacques Doucet - Yves Saint Laurent - Viver pela Arte


Jacques Doucet (1853-1929) e Yves Saint Laurent (1936-2008) eram grandes colecionadores de artes. A exposição foi criada por colecionadores e curadores em torno do gosto pela arte destes dois estilistas, percorrendo a beleza e gostos estéticos dos dois estilistas que dividiam o gosto pela arte. A exposição foi montada por colecionadores percorrendo a beleza e ambos os gostos estéticos. Dentre as obras preferidas dos estilistas estavam Goya, Brancusi, Duchamp, Matisse, Modigliani, e ainda Picasso. A cenografia e decoração da expo é toda inspirada pela atmosfera da última casa de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, levando o visitante de uma sala a outra ao longo de cinco salões e muitos efeitos de espelho.

Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent, de 15 de Outubro a 14 de Fevereiro, 2016. 
Rue Léonce Reynaud, 75116 Paris
Tél.: 01 44 31 64 00

E então, gostaram? 

Beijos,

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O desfile da coleção Outono/Inverno 2016 da Yanina Couture na Paris Fashion Week.

Olá!! Após o último post do blog falando da França, vamos falar um pouco de uma marca que desfilou por lá há uma semana. Quem acompanhou os desfiles da alta costura de Paris na última semana? Tudo lindo!! Sinceramente fico encantada com a beleza das roupas sempre, e imaginando todo o trabalho manual e criativo por trás de tudo. E desta vez, vamos falar aqui de mais uma marca que cria lindas roupas, a Yanina Couture. Conhecem? A marca é bem conhecida por lá. 

As fontes de inspiração para a coleção Yanina Couture Outono/Inverno 2015-2016 são imediatamente visíveis. Yulia Yanina revela a arte tradicional russa popular, a magia dos trajes nacionais russos, e o humor irrepreensível de silhuetas elegantes do Alta Costura da década de 1950.

Os vestidos nesta temporada são rendados, como se fossem feitas pelas mãos da avó carinhosa, e de tirar o fôlego. Além disso, vestidos de noite longos feitos de tafetá de seda, voile e veludo, cada um deles como uma obra de arte.

Pequenas jaquetas usadas com saias lápis revelam a graça e a fragilidade do corpo feminino. A designer Yulia Yanina propõe silhuetas finas com saias de volume, camadas e sino, que permitem total liberdade de circulação criando uma imagem romântica do contorno

Casacos over-sized trapézio, cashmere e veludo capas com pele e bordados são luxuosamente aconchegante fazem parte da coleção. Os tecidos da coleção são predominantemente de delicada lã, cashmere e duplo crepe em uma paleta de cores de rosa empoeirado misturado com tons de cinza, preto e marfim.























Uma variedade de técnicas de bordado foram usadas a partir de padrões de mistura, requintado, um uso pitoresco e suave de cor, trazendo alegria à coleção.

A coleção desta temporada da Yanina Couture  é um convite para uma terra misteriosa do Alta Costura com fantasias e contos de fadas e folclore na Rússia com flores maravilhosas, cuidadosamente bordados. Neste conto de fadas belos anjos são bordados em vestidos. 

Os ramos de árvores de cristal, bordadas sobre o vestido da noiva como flocos de neve é ​​uma reminiscência de geada intrincado sobre as vidraças do castelo de Neve da Rainha. Esse estado de felicidade e serenidade completa é a principal mensagem da coleção, um convite à alegria.

E então, gostaram?

Beijos,